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Livro espanhol prometia 'curar' a homossexualidade

Fonte: G1

O livro "Comprender y sanar la homosexualidad" ("Compreender e curar a homossexualidade", em tradução literal), do psicoterapeuta Richard Cohen, foi retirado da livraria virtual de uma grande cadeia espanhola de lojas de departamento diante da avalanche de protestos.

A Federação Andaluza de Associações LGTB (lésbicas, gays, transexuais e bissexuais) afirmou nesta terça-feira em comunicado que o grupo El Corte Inglés retirou o livro de sua livraria virtual, embora ainda permaneça em suas lojas.

Segundo essa organização, a empresa também pediu desculpas nas redes sociais às pessoas que se sentiram "ofendidas" pelo livro.

Cohen, que diz ter "curado" durante os últimos quinze anos a "milhares" de homens e mulheres que sentiam atração por pessoas do mesmo sexo, escreveu o livro a partir de sua própria experiência pessoal, já que garante que, após ser homossexual "durante décadas", voltou a ser heterossexual.
"Se estamos decididos, contamos com o amor de Deus e o apoio de outras pessoas, a cura é possível", ressalta Cohen em entrevista publicada no site da editora que traduziu o livro para o espanhol.

A decisão de retirar o livro de sua loja virtual foi tomada pelo El Corte Inglés após conhecer os protestos que sua venda suscitou na internet após uma iniciativa da Actuable, uma comunidade online de pessoas e organizações "que unem esforços para lutar contra as injustiças".

Em apenas três horas, segundo informou em comunicado esta plataforma de ativismo, mais de quatro mil pessoas expressaram sua "indignação" pela venda do livro.

Para a Federação Andaluza de Associações LGTB, a retirada do livro é uma "vitória do ativismo".
'Foram de grande ajuda as ferramentas das novas tecnologias da informação e comunicação, que permitiram uma pronta e decisiva atividade por parte dos cidadãos', destacou esta organização em comunicado.

Na opinião da organização, o livro pode provocar "não só a desinformação radical sobre a própria classe LGTB, mas uma clara ameaça para os jovens homossexuais e transexuais e suas famílias baseada nos tão condenados e temidos tratamentos reparadores".

Feliz 2012

Aos 45 minutos do segundo tempo, eu, Patty, vim aqui desejar a todos um Feliz Ano Novo e dizer que pra mim, nesse ano de 2011, uma das melhores coisas que aconteceu foi ter a honra de participar do blog, ter feito as amizades que fiz e que sempre guardarei com carinho. Por isso, agradeço a você Lullo, por ter me permitido fazer parte desse mundo que era seu e aceitou dividi-lo comigo. Um beijo a todos e até ano que vem, com muito mais. Divirtam-se, mas com moderação, amem sem reservas e sorriem para receber os novos tempos. Beijo da Patty Pimentinha.

Cássia Eller - Uma homenagem



No dia 10 de dezembro desse ano ela faria 49 anos e com certeza ainda estaria cantando muito e sendo trilha sonora de várias histórias de amor, como até hoje, mesmo após sua morte, ainda o é.
Não lembro exatamente como conheci as músicas de Cássia Eller, é como se desde sempre já fizesse parte da minha vida. Mas quando penso nela, a primeira imagem que me vem à cabeça é "Malandragem", que tocava na novela Malhação (na sua fase boa) e eu, uma mera adolescente, me encontrava naquela letra.

Essa é a primeira recordação que tenho da presença de Cássia em minha vida. Em uma época que internet era algo ainda muito longe da minha realidade (tanto por falta de condições financeiras quanto geográficas) o jeito de acompanhar a trajetória de sua vida se dava através das revistas (emprestadas), dos jornais que lia na biblioteca da escola e pela televisão. Obrigada, MTV e TV Cultura, por todos os especiais, hehe.

CD também era um luxo do qual eu não podia ter sempre então o jeito era ficar com o rádio ligado o tempo todo e a extinta Fita K7 (sim, ainda faço parte dessa época) no gatilho para dar o REC quando começava os acordes de seu violão. As regravações de Renato Russo, Cazuza entre tantos outros poetas que, assim como ela, já se foram, embalavam minhas noites solitárias em casa deitada na cama apenas olhando para o teto.



Por incrível que pareça, o primeiro cd dela que fui ter era uma coletânea que vinha com seus maiores sucessos. Escutei tanto que o cd arranhou, rs. São daqueles objetos que você leva com você para a vida toda e não empresta nem por decreto devido ao valor sentimental que carrega e que, mesmo nessa época de mp3 e downloads que vivemos hoje, você ainda faz questão de, ao menos uma vez, colocar no aparelho de som para tocar.

Cássia chegou a fazer um show em minha cidade mas, como era adolescente e vivia sob as regras de meus pais, não fui permitida a ir. E pensar que aconteceu apenas um ano antes de sua morte. E o ano seguinte veio. 2001. Há dez anos atrás. Férias, final de ano e eu iria com a família para o Rio de Janeiro. Havia um show dela programado para ser na praia na noite da virada. Eu finalmente conseguiria assisti-la. Meu coração pulava de felicidade.



Pois é... dezembro de 2001.

No dia 29 e dezembro de 2001, eu, nos meus 17 anos, em férias no Rio de Janeiro escuto o famoso barulhinho do plantão da Globo informar que Cássia havia sido levada às pressas para o hospital com suspeitas de ataque cardíaco. Em seguida, outra notícia informando sua morte.

Não lembro se chorei na hora, mas a tristeza era profunda. O fato estava ali: Cássia havia deixado nosso mundo e nunca mais ouviríamos sua voz ao vivo ou a veríamos à cores. Teríamos que nos contentar com as gravações existentes até aquele dia.

No dia da virada, quem cantou em seu lugar foi Zélia Duncan que, emocionada, quase não conseguiu passar da segunda música.

Daqui alguns dias serão 10 anos sem Cássia, 10 anos sem Malandragem, 10 anos sem suas performances, 10 anos sem sua voz, 10 anos sem sua alma. Serão 10 anos de lembrança.

2011 – Enxugando as lágrimas com os lançamentos que nos alegrou o natal

Em homenagem à Cássia, algumas gravadoras resolveram relançar seu trabalho de oito anos de história. Para aqueles que não conheceram (e devem) sua voz no início de carreira, das fabulosas gravações e regravações que fez, foi lançado a “Caixa Eller”, uma coletânea com 9 cds que mostram seus oito anos de carreira começando com “Cássia Eller”, de 90, indo até o póstumo “10 de Dezembro”, lançado pelo Nando Reis. A caixa acompanha também o DVD “Violões”, com compilações de programas da TV Cultura entre 90 e 99.


Seu grande amigo Nando Reis relançou o cd “Relicário” com músicas que ele escreveu para Cássia e cantadas por ela. O cd vem com três músicas inéditas entre elas “As coisas tão mais lindas”, “Um tiro no coração” e “Baby Love”. Ele também pretende lançar um livro com cartas que mandou para Cássia, desenhos e junto virá um cd com demos inéditas que fez com ela e que nunca chegaram a ser gravadas. O livro ainda não tem data de lançamento, mas esperamos que seja logo... ao menos eu espero =)

Além de Nando, mais dois projetos sobre a vida dela estão sendo produzidos. Um é o dvd “A luz do sol”, da Universal, em que lançarão um show que Cássia fez no Citibank Hall, no Rio, e que dizem ser um dos seus mais relevantes trabalhos. O segundo é um documentário sobre sua vida feito pelo documentarista Paulo Henrique Fontenelle, que será lançado em 2012, quando ela completaria 50 anos.


O que eu amava em Cássia, era o fato de ser ela mesma. Odiava as câmeras e dizia isso, se sentia nervosa se tivesse que cantar sozinha, tinha uma amor gigante pela sua mulher, batalhou na vida até conseguir chegar onde queria e tinha tanta vontade de ser mãe que engravidou de um amigo e teve Chicão. Para quem leu sua biografia, lançada alguns anos depois de sua morte, sabia a preocupação que ela tinha em colocar no papel que, se algo acontecesse com ela, a guarda de seu filho tinha que ser de Eugênia, sua companheira. Cássia foi uma mulher que viveu o seu tempo, seu momento aqui nessa nossa terra e nos deixou de presente o que ela tinha de mais maravilhoso: seu talento.



Tenho certeza que sua voz ecoará eternamente.

À Cássia, deixo um “obrigada” por sua breve, porém significante passagem por aqui.

“Bobeira é não viver a realidade...” Malandragem (Frejat e Cazuza)

Segue abaixo uma compilação de suas músicas com 95 vídeos, que encontrei no youtube.
Vídeos



By: Patty

Quem disse que ser adulto é fácil?

Zappeando pela net nas minhas andanças noturnas, descobri um texto do Arnaldo Jabor chamado "Quem disse que ser adulto é fácil?", em que fala um pouco algumas verdades sobre relacionamentos em diversas situações da nossa vida como seres humanos.
Em um relacionamento há de tudo, há amor, dor, felicidade, estresses, concessões e até um pouco de altruísmo em determinados momentos.
Afinal, somos seres humanos complicados e imperfeitos por natureza, mas também somos únicos... ainda bem, porque senão, creio que a vida não seria tão colorida e diversificada como é. E tão bom de ser vivida.

1- Sempre acho que namoro, casamento, romance tem começo, meio e fim.
Como tudo na vida... Não concordo quando escuto aquela conversa:
- 'Ah, terminei o namoro...'
- 'Nossa, quanto tempo?'
- 'Cinco anos... Mas não deu certo...
Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou! E o bom da vida, é que você pode ter vários amores.

2- Hoje, não acredito muito nos 'opostos que se atraem'.´
Porque sempre uma parte vai ceder muito, e se adaptar demais.
É sempre esta a parte mais insatisfeita.
Acredito mais em quem tem interesses em comum.
Se você adora dançar forró, melhor namorar quem também gosta; se você gosta da cujtura italiana, melhor namorar alguém que também goste.
Freqüentar lugares que você gosta...
Melhor envolver-se com pessoas que tenham interesses parecidos com os seus.
A extrovertida e o caretão anti-social é complicado, e depois, entra naquela questão de 'um querer mudar o outro...'.
Pessoas mudam, quando querem. E porque querem. E pronto. E demora!

3- Cama é essencial!
Aliás, pele é fundamental. E tem gente que é mais sexual, outras, que são mais tranqüilas.
O garanhão insaciável e a donzela sensível é meio estranho.
Isto causa muitas frustrações, e dá-lhe livros de auto ajuda sobre sexo.
Assim como outras coisas, cada um tem um perfil sexual.
Cheiro, fantasias, beijo, manias, quanto mais sintonia, melhor.


4- Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam.
Às vezes você não consegue, nem dar cem por cento de você para você mesmo. Como cobrar cem por cento do outro?
Às vezes ela é fiel, mas não é bom de cama.
Às vezes ela é carinhosa , mas não é fiel.
Às vezes ela é atenciosa , mas não é trabalhadora.
Às vezes ela é malhada, mas não é sensível.
Tudo, nós não temos!
Perceba qual o aspecto que é mais importante, e invista nele.

5- Pele é um bicho traiçoeiro.
Quando você tem 'algo' de pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico, que é uma delícia.
E, às vezes, você tem aquele sexo acrobata, mas que não lhe impressiona. ..
Acho que o beijo é importante.. . e se o beijo bate... se joga, se não bate... mais um Martini, por favor...e vá dar uma volta.





6- Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra.
O outro tem o direito de não te querer.
Não lute, não ligue, não dê pití.
Se a pessoa tá com dúvida, problema dela, cabe a você esperar ou não.
Existe gente que precisa da ausência para querer a presença!!!
O ser humano não é absoluto.
Ele tem dúvidas e medos.
Mas se a pessoa Realmente, gostar, ela volta.
Nada de drama. Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez, dinheiro, pressão de família?
O legal é alguém, que está com você por você.
E vice versa.
Não fique com alguém por dó também. Ou por medo da solidão.
Nascemos sós.
Morremos sós.
Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado.
E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar,
seu pensamento.
Tem gente que pula de um romance para o outro.
Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?
 7- Gostar dói.
Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, frustração.
Faz parte. Você namora um outro ser, um outro Mundo, e um outro Universo.
E nem sempre as coisas saem como você quer...
A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.
Se alguém vir com este papo, corra!
Afinal, você não é terapeuta.
Se não quer se envolver, namore uma planta.
É mais previsível !!!
Na vida e no amor, não temos garantias.
Nem prazo de validade.
Nem toda pessoa que lhe convida para sair é para casar.
Nem todo beijo é para romancear.
Nem todo sexo bom é para descartar.
Ou se apaixonar.
Ou se culpar.
Enfim...quem disse que ser adulto é fácil??
 By: Patty

Maria Gadú lança novo cd

Seguindo a lista daquelas que lançaram cd e dvd neste final de ano, como Adele e Ana Carolina, agora é a vez da cantora Maria Gadú lançar o seu 2° álbum de carreira intitulado “Mais uma página”. Ainda não há uma data certa para o lançamento, mas já está em pré-venda no site da Saraiva.

O novo cd terá 15 faixas e foi produzido por Rodrigo Vidal. O novo trabalho já vem recheado de coisa boa como a canção “Orando ao Tempo”, de Caetano Veloso e já nas paradas como abertura da novela das seis, “A vida da gente”.

Confira as faixas do cd:


1. No Pé Do Vento
2. Anjo de Guarda Noturno
3. Taregué
4. Estranho Natural
5. Like a Rose
6. Oração ao Tempo
7. Quem? ( part. Esp.: Lenine)
8. Axé Acappella
9. Reis
10. Linha Tênue
11. Extranjero
12. A Valsa (Part. Esp.: Marco Rodrigues)
13. Long Long time
14. Amor de Índio

Um pouco mais...
- Seu nome é Mayra Corrêa Aygadoux, mas é mais conhecida como Maria Gadú.
- Além de cantora, é violinista e compositora.
- Começou a fazer shows aos 13 anos
- Passou a ser conhecida quando interpretou "Ne me Quitte pas", de Jacques Brel, na trilha sonora da minissérie "Maysa - Quando Fala o Coração" (2009).
- Em 2009 lançou seu primeiro CD, o Maria Gadú.
- Em 2010 lançou o álbum "Multishow Ao Vivo"
- Em 2011 gravou com Caetano Veloso o "Maria Gadú e Caetano Veloso - Multishow ao Vivo"


By: Patty

Um pouco de Santana e Britany (Glee)


Olá meninas... estou adiando esse post há séculos então, finalmente, nessa madrugada consegui parar um pouquinho para escrever.


Não sei se vocês sabem, mas eu sou seriemaníaca e só não sou mais um pouco por falta de tempo. Uma das séries que assisto regularmente é uma das queridinhas do momento: Glee. Trata de uma turma de alunos de uma escola pública nos EUA que se juntam para participar do coral “New Directions” e competir com outros corais.

Confesso que o seriado não é lá essas coca-cola toda e tem vezes que chega a ter um episódio chato e meio non-sense. No entanto, as performances são magníficas e algumas pequenas histórias são interessantes de acompanhar, além de sermos agraciados, de vez em quando, com algumas participações especiais como a de Olivia Newton-John, Gwyneth Paltrow, Kristin Chenoweth entre outros.


Mas, o casal mais fofo de se acompanhar na série se chama Santana Lopez (vivida por Naya Rivera) e Brittany Pierce (vivida por Heather Morris). Elas são líderes de torcida e andam sempre juntas (bem aquela coisa de amiguinhas do ensino médio, quem não teve uma?), dão a entender na primeira temporada que se divertem juntas, naquela história de “vamos experimentar” até que Santana percebe que sente algo a mais por sua querida amiga. A partir daí inicia a luta com as dúvidas sobre sair ou não do armário, estar apaixonada por sua melhor amiga, fingir para todos e sofrer calada. E é na música, pelas entrelinhas que Santana vai aos poucos declarando seu amor por Britney.


Além das duas, há o personagem Kurt Hummel (interpretado por Chris Colfer) e que é gay assumido desde o primeiro episódio. Kurt sofre com a pressão de ser o único garoto gay assumido da escola, do bullying que sofre dos outros garotos, principalmente do time de futebol, da pressão de ter que se firmar no mundo, descoberta do primeiro amor entre outros vários problemas que sabemos existir devido a nossa sociedade.
Glee não é aquela série que você assiste e diz que é a melhor que você já viu. Como qualquer outra, tem seus erros e seus acertos, mas dá para assistir no comecinho da noite de um domingo, quando queremos apenas relaxar a mente e nada mais.

Segue abaixo alguns vídeos para vocês sentirem o poder de algumas vozes do grupo:
 
As meninas cantando I kissed a girl and I liked
Landislade, com a participação da Gwyneth

 Esse vídeo foi uma declaração que a Santana fez para a Britanny.
Claro que não podia faltar a diva Adele
Todo mundo cantando Toxic, da Britney Spears. Prestem atenção como Britany dança muitoooo.
By: Patty

A idade de casar

Olá meninas (e meninos caso vocês também nos visitem), devido a minha pequena falta de inspiração e tempo no presente momento, deixo com vocês um texto da Martha Medeiros, que encontrei pelos meus alfarrábios literários perdidos em meu computador. Eu poderia fazer uma pequena adaptação para o universo feminino, mas resolvi deixar como está. O texto fala sobre casamento, e bem, no momento o mundo está vivendo uma grande mudança com a aprovação do casamento entre homossexuais, mesmo que nem todos os países aceitem. O importante é que veio alguém primeiro e disse "sim, é permitido". Um beijo a todas e até o próximo post.

By: Patty

A idade de casar 
Martha Medeiros


O amor pode surgir de repente, em qualquer etapa da vida, é o que todos os livros, filmes, novelas, crônicas e poemas nos fazem crer. É a pura verdade. O amor não marca hora, surge quando menos se espera. No entanto, a sociedade cobra que todos, homens e mulheres, definam seus pares por volta dos 25 e 30 anos. É a chamada idade de casar. Faça uma enquete: a maioria das pessoas casa dentro dessa faixa etária, o que de certo modo é uma vitória, se lembrarmos que antigamente casava-se antes dos 18.

Porém, não deixa de ser suspeito que tanta gente tenha encontrado o verdadeiro amor na mesma época. O grande amor pode surgir aos 15 anos. Um sentimento forte, irracional, com chances de durar para sempre. Mas aos 15 ainda estamos estudando. Não somos independentes, não podemos alugar um imóvel, dirigir um carro, viajar sem o consentimento dos pais. Aos 15 somos inexperientes, imaturos, temos muito o que aprender. Resultado: esse grande amor poderá ser vivido com pressa e sem dedicação, e terminar pela urgência de se querer viver os outros amores que o futuro nos reserva.

O grande amor pode, por outro lado, surgir só aos 50 anos. Você aguardará por ele? Aos 50 você espera já ter feito todas as escolhas, ter viajado pelo mundo e conhecido toda espécie de gente, ter uma carreira sedimentada e histórias pra contar. Aos 50 você terá mais passado do que futuro, terá mais bagagem de vida do que sonhos de adolescente. Resultado: o grande amor poderá encontrá-lo casado e cheio de filhos, e você, acomodado, terá pouca disposição para assumi-lo e começar tudo de novo.

Entre os 25 e 30 anos, o namorado ou namorada que estiver no posto pode virar nosso grande amor por uma questão de conveniência. É a idade em que cansamos de pular de galho em galho e começamos a considerar a hipótese de formar uma família. É quando temos cada vez menos amigos solteiros. É quando começamos a ganhar um salário mais decente e nosso organismo está a ponto de bala para gerar filhos. É quando nossos pais costumam cobrar genros, noras e netos. Uma marcação cerrada que nos torna mais tolerantes com os candidatos a cônjuge e que nos faz usar a razão tanto quanto a emoção. Alguns têm a sorte de encontrar seu grande amor no momento adequado. Outros resistem às pressões sociais e não trocam seu grande amor por outros planos, vivem o que há pra ser vivido, não importa se cedo ou tarde demais. Mas grande parte da população dança conforme a música. Um pequeno amor, surgido entre os 25 e 30 anos, tem tudo para virar um grande amor. Um grande amor, surgido em outras faixas etárias, tem tudo para virar uma fantasia.
By: Patty


A dor que dói mais...

Não vou entrar em pormenores, mas eu sei na pele o que é se sentir traída, o que é terminar um relacionamento, não porque você não gosta da pessoa e sim por gostar tanto e saber que não vai dar certo.
E todas as vezes em que caí em prantos silenciosos de saudades e de tristezas, fui encontrar forças no local que mais me faz bem: as palavras.
Assim, querida amiga que derrama lágrimas duras no momento (é pra você mesmo e você sabe), divido com você um pouco da minha escritora favorita. Mas só um pouco porque eu sou ciumenta, viu!
E meu ouvido está sempre às ordens para desabafar.

A dor que dói mais (Martha Medeiros)

Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, doem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é saudade.

Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que já morreu. Saudade de um amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa. Dóem essas saudades todas.

Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o escritório e ele para o dentista, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.

Saudade é não saber. Não saber mais se ele continua se gripando no inverno. Não saber mais se ela continua pintando o cabelo de vermelho. Não saber se ele ainda usa a camisa que você deu. Não saber se ela foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ele tem comido frango assado, se ela tem assistido as aulas de inglês, se ele aprendeu a entrar na Internet, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua preferindo Pepsi, se ela continua sorrindo, se ele continua dançando, se ela continua lhe amando.

Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.

Saudade é não querer saber se ele está com outra, e ao mesmo tempo querer. É não querer saber se ela está feliz, e ao mesmo tempo querer. É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim, doer.

By: Patty

Minha primeia e última postagem assim...


Eu magoei, não querendo magoar.  Eu machuquei não querendo machucar e por isso eu não me perdôo. 

Eu dediquei músicas porque eu quis dedicá-las. Cada uma foi pensada especialmente para ela. Cada uma foi dedicada de coração.

Eu me encantei  por ela, afinal, ela é uma pessoa admirável e encantadora (sem falar que tem futuro como locutora web). Tem um jeito meigo de criança, às vezes. Do pouco que a conheci, sei que ela tem um coração gigante e que se pudesse colocaria todo mundo que ela gosta e que precisa, debaixo da asa dela.

Mas não pude retribuir à altura o mesmo carinho que ela tinha por mim. Meu coração ainda pertence a uma outra pessoa (mesmo que eu não queira) e eu não podia entregar um coração pela metade.

Porque eu não sei amar aos poucos, aos pingos, aos pedaços. Quando eu amo é pra ser completo, ser inteiro.

Eu não me arrependo das musicas compartilhadas e dedicadas, nem dos telefonemas longos, do bate-papo até as 6h da manhã.

As coisas talvez tenham saído um pouco de controle. Talvez a sintonia não fosse a mesma ou me fiz entender errado. E por esses 3 “talvez” eu peço perdão.

Você é especial pra mim e sempre será.
By: Patty

Nossa Casa está vazia


Nesses dois meses eu recordei sentimentos esquecidos..
Acordei com "Bom dia"maravilhosos,experimentei novamente o que é passar a noite inteira acordada só ouvindo musica.
Troquei idéias, vimos a noite ir embora e o dia nascer, rimos..
Algumas pessoas podem achar que dois meses não é nada, mas para mim foi, pois foi maravilhosa esse sensação que eu senti e o sentimento que está guardado em mim.
E agora nossa casa está vazia, casa que montamos, arquitetamos cada detalhe com muito carinho...
Cada canto da casa me faz lembrar você, principalmente nossa sala de estar onde toda noite as amigas vinham nos visitar, e claro, casa que fizemos para elas também...
Aqui bebemos, brigamos, ficamos tristes, dançamos muitas vezes ao som de musicas que gostamos e apreciamos muito...
E foi nessa sala de estar que você caiu de paraquedas e me proporcionou momentos maravilhosos, nos olhamos e sem perceber fomos nos levando no ritmo, e foi muito bom.
E agora nossa casa está vazia e triste sem você...


Tá faltando o outro banco...





By Lulloo

Desculpas e saudades.

Ps. Desculpa

Bom dia, meninas.

Vim deixar esserecadinho aqui para me desculpar com todas vocês (especialmente coma Lulloo) pela distância (tanto física quanto cibernética) daminha pessoa.

Não sei se a Lucontou, mas eu estou sem net (falta de grana mesmo) há mais de umasemana e provavelmente só vou ter de novo lá pela sexta-feira ousábado (tomara). É por isso que ando meio sumida da vida de todomundo.

Vocês não sabem comoestou morrendo de saudades. Sinto falta de todas vocês.

Um outro problematambém (para quem tem meu número de telefone) é que a porcaria docelular caiu no chão e morreu de vez. Perdi todas as mensagens,números que não estavam no chip e tudo o mais que se perde numcelular que você acha que nunca vai quebrar.

Bom, estou escrevendona maior correria porque estou no trabalho e estou violando uma regrapara dizer pra vocês que estou morrendo de saudades e pra pedirdesculpas (espero não ser pega, rs).



"Longas amizades continuam a crescer, mesmo a longas distâncias". William Shakespeare






Beijo pra cada uma devocês gurias.
Um beijo bemmmm grandepra você, minha Lulloo.

Ps.: Adorei as fotos,Educada. Obrigada.

Patty

Um pouco de música francesa

Não sei se vocês, leitoras, são adeptas à música francesa. Este é mais umvídeo que encontrei e posso dizer que é um tanto quanto mais quente que o do ATB(veja post anterior). Oshen é uma cantora francesa e a música “En Miettes” fazparte do seu terceiro álbum.        
  
A música éagradável, um pouco clássica, daquelas tipo coração-partido, mas o clipe é tãoenvolvente que fica a sensação de que você nunca ouviu esse tipo de músicaantes disso. Bom, a execução é ótima e as imagens são, definitivamente,sensuais.
 
Apertem oplay e deliciem-se.


 
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